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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Como uma viagem internacional muda nosso olhar sobre as pessoas


Quem já morou fora do Brasil vai concordar comigo ao dizer que as pessoas parecem bem mais receptivas quando a gente retorna ao nosso país de origem. Acredito que é unanimidade, não sei. Cada experiência é única. A certeza absoluta que tenho é que o nosso olhar muda. E muda bastante, pois expandimos nossa consciência. Nesta expansão temos a oportunidade de aprender sobre o amor incondicional, um vislumbre da igualdade do ser humano.

De fato, voltei da Nova Zelândia e apesar da suposta crise instalada no Brasil, qualquer um que eu tenha contato está sendo muito mais receptivo: nas conversas ocasionais, nos diálogos dentro do ônibus, com amigos, parentes, conhecidos ou não. E mesmo que eu vá numa loja onde o vendedor está com a cara feia ele me atende com empatia. Isso está acontecendo principalmente com desconhecidos. Estranho não? Talvez.

Percebi uma coisa. Existe uma grande diferença entre viver num país miscigenado e viver num país onde várias raças convivem. Na miscigenação parece existir uma necessidade de inclusão de origens a, b ou c. E se não há maturidade suficiente sobre nossa própria identidade, a tendência é o julgamento do que é aceitável; adequado ou não. Em um país onde há o encontro de várias raças, você aprende a aceitar todas elas de forma inquestionável, digamos assim. Está mais aberto a conhecer as diferenças entre os povos e ainda fica curioso em saber como cada um se comporta. Quando vê, percebe que não tem lá tanta diferença assim de uma raça para outra. O próprio termo raça nem deveria existir.

Claro que os costumes, cultura e hábitos têm sim grandes contrastes. Só que, no fundo somos todos seres humanos iguais. Conviva um tempo com um chinês, um indiano e um inglês, ou qualquer pessoa de outro país, todos ao mesmo tempo. Estude junto, trabalhe junto e você vai perceber que tem sempre aquele mais chato, o mais risonho, o namorador, a patricinha, a tímida, o zangado, o anfitrião. Todos tem seus sonhos e querem ser felizes.

Logo, existe uma grande troca que, sem querer, faz a gente ser empático com o outro e incluir suas diferenças ao invés de excluir divergências. Não há nada melhor que você presenciar a interação entre pessoas de raças diferentes tentando se comunicar, com aquele cuidado para entender o que o outro quer expressar. Vivi isso em sala de aula entre alunos, vendo mães de países diferentes interagindo no parque, enquanto seus filhos brincavam nos playgrounds; durante o expediente no trabalho ao lado dos funcionários de vários países. Além de várias outras ocasiões.

É uma ótima maneira se sentir um pouco do que possa ser o amor incondicional. As pessoas estão unidas por um motivo em comum e com isso tornam-se mais abertas a aceitar o outro como ele é. Morar fora é dar um aceite no contrato da fraternidade. Esta aceitação faz as pessoas se oferecerem para ajudar uns aos outros nas dificuldades que possam surgir, e uma vez que você recebe ajuda te dá uma vontade tremenda de ajudar também. Cria-se um ciclo do bem!

Nas dificuldades que passei por lá fui ajudado de forma inesperada e outras vezes fui inesperado em ajudar outras pessoas que precisavam. Tudo de forma espontânea. É muito impressionante a motivação que se cria em querer ajudar o outro. Talvez nem todos os países sejam assim. Acho que acontece mais em lugares onde muitas raças se encontram. Por essa razão aumentou muito dentro de mim o sentimento de amar o outro de forma incondicional. Isto me ajudou muito a reduzir meus julgamentos internos. E é aí que está a cambalhota do gato!


Depois de passar um tempo vivendo dessa forma, seu eu aprende a aceitar muito mais as pessoas, independente de qualquer coisa, e isto se reflete de alguma maneira em torno da sua pessoa. Se você vibrava em uma frequência de desconfiança, agora passa a vibrar na confiança, na receptividade, e assim todos passam a ser mais receptivos com você. Todos passarão a ter empatia porque o sentimento de aceitação é amor incondicional. E esse amor quebra qualquer badvibe!

E você? Conta aí nos comentários como foi sua experiência. Sentiu algo parecido? E se você ainda não viajou pra fora, considere a possibilidade de voar! :D

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