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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Você sabe o que é Egrégora?


Você sabe o que significa o termo Egrégora? Dizem que é um termo do espiritismo, outros falam que é maçônico. O que é certo é que é um termo muito específico e complexo. Talvez seja esse o motivo do desconhecimento de sua existência. E apesar disso vivemos constantemente imersos em Egrégoras. Saber o que significa uma Egrégora vai te ajudar a destralhar algumas crenças limitantes. E entender o que rege a realidade de nossas vidas; os acasos e as coincidências do destino.

E como a ideia aqui é simplificar as coisas, vou tentar expor seu significado, tão subjetivo, de forma clara. Egrégora é nada mais que o somatório do "acreditar" de cada pessoa. Os "produtos matemáticos" gerados formam determinadas quantidades de energia que atuam no universo. Cada pessoa que se junta a determinada Egrégora faz ela se tornar maior e mais forte, tornando-se a realidade em primeira instância. Explico.

Vou usar como exemplo o nosso grande dilema desde 500 anos atrás: o "Jeitinho Brasileiro". A maioria dos brasileiros acreditam que existe sim o jeitinho brasileiro, e claro, exemplos reais acontecem a todo instante. Uma minoria acredita que é um simples bug do sistema e não da a mínima atenção pra isso. De 203,5 milhões de brasileiros, quantos você acha que acreditam na existência do famigerado jeitinho? Digamos que 203 milhões de pessoas acreditam e os outros meio milhão não.

A força, a crença e a ação dessas pessoas, formam o que é chamado de Egrégora. No nosso exemplo acima, a primeira por ser maior materializa o jeitinho fazendo com que ele se torne até um hábito cultural. Já a segunda - bem menor - que está pouco se lixando pra isso, acaba participando da realidade materializada pela maior. É aí que está localizado o imbróglio! Cada ser humano é uma energia, como no filme Matrix. A grosso modo: uma bateria, uma pilha. É simples. Quando maior a Egrégora, maior a energia que trabalha para a criação do que quer que seja. O velho ditado que a união faz a força. Porém, visto de uma forma quântica e na prática. Sem misticismo ou crenças sobrenaturais.

Isto vale para tudo: sucesso, fracasso, relacionamentos, religião, política, saúde, um sentimento isolado, qualquer outro tema. Outro exemplo é aquela geração de mulheres que vivem sobre o conceito de que todo homem "não presta" continua a perpetuar isso na realidade, isoladamente em um pequeno grupo, ou até mesmo num grupo de Egrégora formada por pessoas situadas geograficamente nos diversos locais pelo mundo. Agora, quanto mais presença física maior a intensidade desta energia!

Egrégora é o oposto de Destino, o resultado coletivo da presença. Pode ser aquele "não consigo ter controle sobre isso na minha vida". Consciente ou não, se a maioria está conectada com a miséria, todo mundo estará vivendo a miséria. Se a maioria estiver conectada na abundância, todo mundo estará vivendo em abundância. Sob que influências você pode estar vivendo agora, nesse instante? Eis a pergunta! E em 2015 quais Egrégoras você estará participando, co-criando ou mantendo através da sua energia? Te convido a refletir sobre isso e quem sabe a criar ou transmutar suas próprias Egrégoras.

Boas festas e Feliz Ano Novo! Destralha o que você precisa para melhorar a sua vida e ser mais feliz!

Te vejo em outra vida! ;)
Rica

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?


Assumo. Tenho uma grande dificuldade de dizer eu te amo. Acredito que muita gente tem. Dizer eu te amo para seus pais, seu amor, seus amigos, para um irmão, quem sabe até mesmo para os filhos. O significado do amor é muito controverso nos dias atuais. Ama-se sob condições. Não se ama para não apresentar um atestado de vulnerabilidade. Finge-se não amar para evitar ao máximo uma possível rejeição. Porque é tão difícil dizer do coração "Eu te amo"?

Poderia ser o instinto animal nos protegendo dos sofrimentos, talvez. Mas os bichos devem amar incondicionalmente, se é que dá pra dizer algo do tipo. Alguns vivem com seus filhos até a morte, outros o rejeitam assim quando nascem. Inclusive se um rebento nasce com algum tipo de defeito. Gosto de fazer comparações com os animais porque eles mantêm intactos os segredos e as nuances da natureza. E tirando o nosso caráter racional, somos apenas mais uma espécie de ser, que se reproduz ao longo da vida.

O fato é que amar se tornou a coisa mais complexa da atualidade. Quantas condições nós impomos para que isso se concretize! Quantas regras estabelecemos para que amar seja uma troca! Contratos, certidões de posse, certificados de aptidão. Quantos parâmetros, quantas comparações nos fazem mostrar ou retrair nosso amor. Os livros, as religiões, as figuras de autoridade que se intitulam mensageiros do amor existem desde os primórdios, com suas "cartilhas" sobre como amar o próximo; sobre o que fazer para que um amor seja verdadeiro; o que é preciso para se viver um grande amor.

Fazem de tudo para categorizar e enquadrar o amor. Classificações, tipos variados, rankings! Amor não é, nunca foi e nunca será uma instituição. Não existem regras nesse jogo. Não existem campos gramados e milimetricamente sob medida para atuar e não ultrapassar certos limites. Existe apenas um sentir. Existe apenas a desobediência natural do coração! E o coração não se modernizou. Apesar da sua perspicácia, ainda é um primata. E quando estamos querendo controlá-lo é como se disséssemos ao King Kong para caminhar sobre ovos com cuidado, para não quebrar.

O amor se tornou tão complexo que se desdobrou em ciúme, inveja, doenças da cabeça e do próprio coração. Um psicólogo me falou uma vez que todo "tipo" de amor, seja de mãe, de namorada, de filho, de amigo, e até de bicho, é tudo a mesma coisa. E ficamos buscando preencher as lacunas do amor perambulando entre essas vertentes. Será que ele tinha razão? É uma visão interessante.

A dificuldade no dizer eu te amo vem daí, desta complexidade criada pela nossa razão. Já foi simples amar. Creio que ainda é. Nós é que tornamos tudo complicado demais. E simples não quer dizer fácil. Ao contrário, simplificar o que já foi simples é muito difícil. E aqui está o desafio do destralha! E enquanto a gente tenta fazer baliza com nosso amor, fica uma pergunta no ar, como na música da Legião Urbana: E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo."?


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

(NÃO) Pare de sofrer!


A gente quer evitar o sofrimento a todo custo. Chorar pode parecer vergonhoso então aguenta-se calado. Se expor pode ser um grande martírio e aí guardamos as coisas só para si. Quem sabe, por medo de sofrer não entramos mais profundamente num relacionamento. E nem precisa ser amoroso, até mesmo se abrir para alguém como um amigo gera uma certa possibilidade de sofrer por se mostrar vulnerável. O que implica em possibilidades inevitáveis de sofrimento. Acaba que nunca conseguimos estreitar os laços como deve ser, ou seja, naturalmente. E se você pensa que pode parar de sofrer, como prega algumas religiões, me desculpe se estraguei sua festa, mas isto é impossível.

Direto ao ponto. Se sente  uma dor de cabeça você sofre, certo? É simplesmente a mesmíssima coisa para tudo! A dor é um aviso. O sofrimento é uma placa dizendo: Vire à direita. Cruzamento perigoso. Atenção, curva sinuosa. E se não prestou atenção nas placas pelo caminho, aparecem painéis de led piscando pra que você tome consciência da situação. E se mesmo assim você insistir em negligenciar, uma autoridade divina envia um agente para poder forçar você a tomar alguma providência. 

O problema é que não entendemos isso. Não queremos aparecer fracos diante das pessoas, diante do mundo e principalmente de si mesmo. Mas o que não é o ser humano senão um ser completamente vulnerável? Um simples vírus invisível a olho nu pode te deixar de cama por semanas. O ser humano é como poucos animais que, logo após nascer, se não tiver ninguém pra cuidar, morre ao relento. Qualquer outro animal depois que nasce já sai andando ou se vira sem cuidados especiais.

Sofrer faz parte da perfeição que acreditamos existir. Quando se sofre a vida está sendo seu best best best friend te dizendo para que cuide mais de si mesmo. Se a gente parasse de sofrer talvez não teríamos a chance de consertar as coisas, ou nunca saberíamos o seu verdadeiro valor. Pense agora o quanto você já aprendeu sofrendo ao longo de sua vida. E como cada placa dessas evitou algum possível acidente durante a estrada. Inclusive que algo ruim se repetisse.

Quando penso em algum jeito de destralhar o sofrimento não é sobre como não sofrer. É sobre expor o que incomoda para que isso vá para fora e se transforme. Porque o sofrimento externo é apenas o reflexo do que vem de dentro. Se ele não está mais no interior não vai se refletir em lugar algum no exterior. Parar o sofrimento é ficar mais tempo com ele. Hoje não paro sofrimento, deixo ele passar. Aceito-o, quando ele vem e não o guardo mais dentro de mim. Pois ele é um ser completamente confiável te oferecendo alternativas e indicando a melhor direção. Só que ele precisa passar; ele está só de passagem. E aí você pode perguntar quanto ao sofrimento da humanidade... Não seria apenas a soma dos reflexos interiores guardados dentro de cada um de nós?

sábado, 6 de dezembro de 2014

Destralha amanhã!


Aqui no destralha gosto muito de falar sobre viver e estar no presente, na presença. Aquele estado de iminência, onde você experimenta não se preocupar tanto ou criar expectativas sobre o futuro. Muitas pessoas se orgulham por procurar uma solução para cada coisa que acontece na hora que elas acontecem. Justamente com o objetivo de resolver o quanto antes e dar prosseguimento ao estado da "presença no presente". Isso é bom! Agora, existem casos em que o melhor a fazer é tomar uma decisão no amanhã.

Acredito que viver no agora é sim a melhor opção para que a gente consiga ser naturalmente mais feliz em tudo. Porém, existe um apego que é quase despercebido na nossa vida de querer "nunca deixar nada pra depois". É o se apegar na urgência. Quero agora. Precisa ser hoje. Não durmo se não resolver. Não sei se estarei vivo amanhã? Estamos desafiando a vida a todo momento mesmo sabendo que há momentos em que decidir "agir já" não é suficiente para resolver uma situação.

Calma, calma, tudo vai ficar bem! Quando alguém diz isso pra nós parece uma afronta, né? Porque queremos sempre estar com a razão. Porque temos pressa de resolver algo para evitar possíveis sofrimentos. Mas a questão é que por mais que façamos algo, por mais força e dedicação que se possa investir, existe uma ação que não vai acontecer: a parte da ação que é feita pela vida e não por você. E é aí que a gente pode tomar consciência do hiato que permite esfriar nossos músculos e neurônios para deixar que ela, a Vida, resolva tudo ou nos ajude a tomar as decisões certas.

A proposta desse texto é destralhar a urgência das coisas. Destralhar a mania de querer estar no controle de tudo a todo momento. Nosso ego quer sempre ter a razão, dar a palavra final, não deixar qualquer tipo de pendência e quer que tudo aconteça logo. Ele é o medo de sofrer. Por isso quer antecipar tudo. Quando estamos preocupados com o que pode acontecer, começamos um looping de ansiedade. Que tal parar nossa busca de solução por um dia? Ao se deparar com uma situação em que te exige uma solução "imediata" deixe isso para amanhã.

Isso mesmo! Conte 24 horas para tomar uma decisão e durante esse tempo vá fazer outras coisas e depois de um dia volte a pensar sobre a questão. Experimente deixar que a vida te traga uma resposta ou apenas te forneça uma luz. Não apresse-a. Ela vai fazer a parte dela. Ela sempre faz. Olha aí a grande aliada que nós temos! E para sempre!