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terça-feira, 23 de setembro de 2014

A carência de todos nós


Quanto mais eu vivo, percebo o aumento avassalador da carência de amor que todos nós sentimos. E, ao mesmo tempo um amor exponencial que existe dentro de cada um de nós que está guardado, incubado, reprimido, maculado, entre vários outros adjetivos. Este amor é imenso e sob todas as formas. Afinal, tudo se resume ao amor. Ele existe em excesso! Então nos perguntamos: porque tantos desencontros?

Que fortaleza é essa que colocamos no coração para não deixar o amor sair? O que faz as mães abandonarem seus filhos dentro de uma cesta na porta de uma casa qualquer? Ela não o ama? Famílias onde irmãos vivem com uma espécie de concorrência. Filhos únicos que dariam o mundo para concorrer assim. Amizades que quase se formam. O Romantismo que foi expulso do mundo moderno. Existem muitas defesas contra o amor, e várias flechas prontas para disparar. Os cupidos querem trabalhar, por favor, permitam! Baixem a guarda. Abram o coração! 

Se a gente reparar bem, não sobra um. Todos estamos carentes de afeto, de amor e de atenção. É o filho pedindo mais tempo, a mãe ligando o dia inteiro. Amigos cobrando visitas e mal recebem um email. Queremos novos amigos, temos saudades de nossos pais, quando longe. Inventamos inúmeras coisas para se ocupar e não lembrar de amar. Seu cachorro espera ansioso você chegar para receber carinho. É gente chorando a partida, outros que brigam pra não ir embora. Casais que prometeram amar vivendo até que a falta de amor nos separe. São as crianças precoces no colégio. A nostalgia dos tempos de faculdade.

Fechando meus olhos posso sentir o tamanho da carência que há em mim mesmo! E olha que coisa, um cara dizendo que está carente? Como assim? E aí vai outro exemplo. Homens que estão ocos por dentro com vergonha de dizer que amam, subiram uma parede de orgulho quase inescalável. Tudo para evitar a força do amor. E mulheres que querem se proteger começando a construir essa mesma parede, que quebram as flechas dos anjos. As pessoas que dão abraços frouxos por temer o contato. O contato que é cada vez mais efêmero. É a profundidade que não queremos mais chegar.

E a pergunta ainda persiste sem resposta exata, embora cientes de tudo isso. Evitamos até a própria resposta. Será medo, orgulho, feridas abertas, proibições, autossuficiência? Quem sabe? A mensagem que esse texto diz pode até parecer Hippie Piece And Love, só que é puramente racional! Estou usando e tem me preenchido muitos vazios. É a seguinte: Destralha o seu amor!


4 comentários:

  1. Perfeito. É isso mesmo. Medo de amar. Medo de tocar. Medo de compartilhar. São os contatos cada vez mais virtuais, os compartilhamentos de posts e não de ideias, pensamentos, sentimentos. E nisso vamos ficando ocos, como você disse. E não sabemos mais como preencher esse vazio. As pessoas não estão mais ao nosso alcance, estão ao alcance de um ENVIAR, de um POSTAR, de um COMPARTILHAR. E isso nunca será suficiente porque não é real! “Mais amor, por favor!”.

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    1. A coisa mais legal é a energia que fica no ar quando duas ou mais pessoas estão ali trocando ideias e energias positivas. Compartilhando o pão literalmente!!! haha

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    2. Fica no ar, fica na pele, fica na memória. A gente ri sozinho depois, lembrando de coisas que foram ditas e sentidas. Não consigo entender como as pessoas escolhem se privar dessas coisas tão mágicas.

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    3. É isso mesmo! Muito disso são aqueles velhos condicionamentos ancestrais. E vem desde dentro da bariiga rs.

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