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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Minimalizando o mal



Quando se fala em mal logo no vem a cabeça a figura do capeta, o medo, lutas entre poderes, religião e todo o azar de coisas negativas. O que tenho aprendido é que tudo se resume na dualidade. E nossa missão é manter o equilíbrio entre os dois pólos.

Claro que não vamos sair por aí ajudando uma velhinha a atravessar a rua e logo em seguida roubar o sorvete de uma criança. Podemos traduzir essa relação de bem e mal com o clichêzão de que para alguém "se dar bem" outro precisa "se dar mal". É simples. A assistimos isso durante toda a nossa vida.

Se alguém perdeu uma corrida, foi porque o outro ganhou a corrida. Sei que não é tão ao pé da letra assim. Uma discussão dessas vai longe e longe. O que temos a absoluta certeza é que existe um desequilíbrio monstro na humanidade que pende a balança para o mal. E aí você vai perguntar mais uma vez o que o minimalismo tem haver com isso.

A ideia é simplesmente reduzir o mal que há dentro de nós. Difícil assumir, mas diga aí se às vezes não nos pegamos sorrindo da desgraça dos outros? Ou achamos bom quando um criminoso é linchado no meio da rua. É natural, talvez seja um senso de justiça misturado com o instinto animal do homo sapiens.

Uma amiga me contou certa vez que assistiu um quase linchamento de um trombadinha que acabava de assaltar um velho indefeso. Ela viu tudo pela janela do prédio onde trabalhava no centro do Rio de Janeiro. Então disse que não sabia se ficava feliz porque as pessoas queriam defender o idoso ou se ficava triste vendo as pessoas tentando linchar uma criança. Menino este que estava sendo protegido pela polícia dos justiceiros transeuntes. Situaçãozinha complicada, não?

E o que tenho feito para reduzir este mal interno? Servir um pouco mais, acho que é isso. Parando um pouco de tentar sempre ganhar. Ceder a nossa vez. Esse esforço demasiado nos gera angústia, parece alimentar o mal dentro da gente. Escutamos sempre aquela velha história simples e direta de que é dando que se recebe, e porque será que é tão difícil praticar isso, afinal?

Será que não estamos carregando muitas tralhas emocionais? Fica como assunto para um próximo post. Enquanto isso vou tentando aqui minimizar o lado negro da força.


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